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Zequinha Barreto um revolucionário brasileiro. – Sindicato dos químicos/ Instituto Zequinha Barreto.

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José Campos Barreto, o Zequinha Barreto, foi uma das importantes lideranças do movimento dos trabalhadores e da guerrilha do Brasil durante o período da ditadura civil-militar. Companheiro até a morte de Carlos Lamarca, Zequinha tem sua história resgatada com um trabalho refinado de Marcio Amêndola de Oliveira que organizar mais um capítulo da luta social contra a repressão do capital e militar. De família pobre, moreno, filho do sertão, José de Campos teve infância dura e amadureceu muito cedo. Estudou em um seminário de Garanhuns, e lá se aprimorou substancialmente. “Brincava com todos, jogava futebol – muito bem, dizem – no time de Biriti Cristalino, escrevia peças de teatro, “batia” violão e tocava com os amigos. Tocava a música dos Beatles e traduzia para agente. (...) Falava latim, francês, alemão e inglês.” Em Osasco despontou na luta do movimento operário e até estudantil, se tornando membro ativo das organizações de luta social como CEO (Circulo Estudantil de Osasco)...

Seminário "Como as empresas se beneficiaram e apoiaram a ditadura"

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No sábado, dia 15/03, tivemos a oportunidade (eu e a Keyla) de irmos ao Seminário "Como as empresas se beneficiaram e apoiaram a ditadura" que aconteceu na Assembleia Legislativa de São Paulo. Apesar do tema muito nos interessar, não dá para ir sempre dado a gastos e outras coisas... Mas nos viramos e demos um jeito de até São Paulo, junto com nosso amigo e colaborador Oswaldo “Duco”. Bom, mas vamos direto aos documentos e informações levantadas e averiguadas. Durante o seminário ouvimos nomes importantes do sindicalismo, da política e da acadêmica, o que acabou gerando uma variedade de informações muito rica. O termo ditadura civil-empresarial-militar foi citado pelo deputado Adriano Diogo (PT), e mesmo que um termo para o momento, foi extremamente oportuno. O interesse das multinacionais e o caráter imperialista do golpe, que nada tinha de patriótico, muito são conhecidos e debatidos. Mas a citação, com provas, do envolvimento de uma série de empresas que continuam ativ...

Entrevista com a banda Attomica

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A título de curiosidade   indique as 10 favoritas bandas de qualquer gênero do rock: Led Zeppelin – Deep Purple – AC DC – Iron Maiden – Slayer – Megadeath – Metallica – Kreator – Exodus - Destruction RxTx (Fábio) :   Antes de falarmos sobre a atual fase da banda, gostaria de saber sobre o começo do grupo. Como foi o processo de formação da banda e quais as maiores dificuldades encontradas nos primórdios do grupo? A.Rod (Attomica) :   Bom, a banda Attomica foi formada no segundo semestre de 1985 da fusão de duas bandas , o Metafel  com  Laerte Peer ( guitarra ), Pyda Rod  (guitarra ), André Rod (baixo ) , Mario Sanefuji (bateria ) e Luis Loco (vocal) , que saiu da banda para que Laerte Peer assumisse seu lugar deixando  a posição de guitarrista  para  J.P. vindo da banda Atroz . Assim surgiu a banda , J.P. foi quem sugeriu o nome  “Attomica”. A princípio as dificuldades eram com os equipamentos de baixa qualidade, é minha op...

Entrevista com a banda The Force (Paraguai)

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A título de curiosidade indique as 10 favoritas bandas de qualquer gênero do rock pesado: 1-Black Sabbath 2-Judas Priest 3-Motorhead 4-Saxon 5-Angel Witch 6-Riot 7-Venom 8-Exodus 9-Destruction 10-Thin lizzy   1-     Primeiramente gostaria de saber sobre a história da banda. Principalmente no período de formação e consolidação do grupo. Mike: Saudações amigos do Resíduos Tóxicos! The Force nasceu em março 2007, logo após a dissolução da banda Overlord. Inicialmente nossa nova banda estava formada por Mike Martinez (vocal, guitarra), Sebass Roman (Baixo), Carlos Carvallo (Guitarra) e Cèsar Ferreira (Baterìa), foi com essa formação que nós gravamos a primeira demo “Old School Metal Onsluaght”, com quatro músicas, que lançamos em dezembro de 2007. A ideia era continuar fazendo o mesmo estilo de Speed/Thrash Metal que fazíamos com nossa banda anterior, mas incluindo muita influencia de NWOBHM e Heavy Metal dos anhos 80. Acho que o estilo do ...

Entrevista com a banda Atomic Roar

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      1- Fale um pouco sobre a criação da banda, como veio a ideia do Atomic Roar?       Vinícius Hellpreacher - O Atomic Roar surgiu na minha casa! Estudávamos no mesmo colégio, e tínhamos o costume de beber e ouvir as nossas novas aquisições em LPs um na casa do outro. Quase um rodízio de casas... pra não castigar tanto os ouvidos dos nossos pobres pais!!! Morávamos todos bem próximos, no subúrbio do RJ, em Olaria e Bonsucesso.  Estávamos bebendo em minha casa, ouvindo Warfare e Exciter, o que acontecia diariamente, e resolvi imitar as vozes! Decidimos na mesma hora fazer alguma coisa naquele estilo! Como o Whipstriker não estava nesse dia, fizemos um ensaio sem ele ainda em 2003. No segundo ensaio ele já estava na banda, e a formação estava completa.  2-    Vocês soltaram uma compilação em 2013 por um selo japonês (DeathThrash Armagedon), como foi a elaboração desse material e como chegaram à esse selo ? Hellpreacher – Já ...

Entrevista com Felipe Nizuma (Urutu, Brain Death e Six & Rebels)

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RxTx – Felipe primeiramente eu gostaria de saber como você enxerga as manifestações como a contra o aumento das passagens em São Paulo que se espalham pelo Brasil. Felipe Nizuma - Fala Fábio! Penso que tem uma insatisfação geral sobre o transporte público, mas ela geralmente se dá no plano individual. Sozinho se faz o que? É muito caro, sempre lotado, aqui em São Paulo é um inferno. 2 ou 3 horas no transito só pra ir, mais 9 horas de trampo, depois a volta, quando você vê, são 13 ou 14 horas na rua... Sempre que tem aumento o MPL e outras organizações chamam o ato. Dessa vez talvez esteja sendo diferente porque a insatisfação individual se tornou coletiva. O Sindicato dos Metroviários, um dos mais combativos hoje por aqui, já estava em campanha contra o aumento das passagens algumas semanas antes - o abaixo assinado oficial foi divulgado por eles e replicado pelo MPL -, então o que se tira disso é que a politização não é espontânea, mas sim fruto da luta permanente de muitas organiz...

Lobão x Racionais: Luta de Classes - Por Felipe Nizuma

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Finalmente alguns membros da geração do rock nacional dos anos 80 revelaram a que vieram. Uma geração de artistas que esteve praticamente distante de toda a mobilização social que levou a derrocada da ditadura civil-militar como governo, que não estava com os movimentos sociais e da esquerda na briga pela formulação da constituição de 1988 (e que poderiam ter feito peso ideológico para que esta avançasse mais e que apontassem as suas contradições...) e contra a velha burocracia herdada da ditadura civil-militar que estava (está) por aí... enfim, era uma geração que gritava “que país é este” como se não houvessem alternativas, quando ao contrário, a luta de classes estava efervescente , das greves dos operários, das greves estudantis, da reorganização do movimento negro e indígena, do crescimento da luta feminista, de moradia, dos trabalhadores sem-terra, trabalhadores assalariados rurais, LGBTs e muitos outros. Como se pode ver, esta geração do rock dos anos 80 estava totalmente an...